Cantora Josiane Fernandes
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Fonte: http://www.antidrogas.com.br/
CONCEITOS
Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que, introduzida no organismo modifica suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas,de animais e de alguns minerais. Exemplo a cafeína (do café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na papoula) e o THC tetrahidrocanabiol (da maconha). As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnicas especiais. O termo droga, presta-se a várias interpretações, mas comumente suscita a idéia de uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento. As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais. O termo droga envolve os analgésicos, estimulantes, alucinógenos, tranquilizantes e barbitúricos, além do álcool e substâncias voláteis. As psicotrópicas, são as drogas que tem tropismo e afetam o Sistema Nervoso Central, modificando as atividades psíquicas e o comportamento. Essas drogas podem ser absorvidas de várias formas: por injeção, por inalação, via oral, injeção intravenosa ou aplicadas via retal (supositório).
HISTÓRIA
Breve história das drogas
A longa trajetória das substâncias psicotrópicas com o passar dos milênios
| 5400 - 5000 A.C. | Um jarro de cerâmica descoberto no norte do Irã, com resíduos de vinho resinado, é considerado a mais antiga evidência da produção de bebida alcoólica |
| 4000 A.C. | Os chineses são, provavelmente um dos primeiros povos a usar a maconha. Fibras de cânhamo descobertas no país datam dessa época |
| 3500 A.C. | Os sumérios, na Mesopotâmia, são considerados o primeiro povo a usar ópio. O nome dado por eles à papoula pode ser traduzido como "flor do prazer" |
| 3000 A.C. | A folha de coca é costumeiramente mastigada na América do Sul. A coca é tida como um presente dos deuses |
| 2100 A.C. | Médicos sumérios receitam a cerveja para a cura de diversos males, segundo inscrições em tabuletas de argila |
| 2000 A.C. | Hindus, mesopotâmios e gregos usam o cânhamo como planta medicinal. Na Índia, a maconha é considerada um presente dos deuses, uma fonte de prazer e coragem |
| 100 A.C. | Depois de séculos, o cânhamo cai em desuso na China e é empregado apenas como matéria-prima para a produção de papel |
| Século 11 | Hassan Bin Sabah funda a Ordem dos Haximxim, uma horda de guerreiros que recebia, em sua iniciação, uma grande quantidade de haxixe, a resina da Cannabis |
| 1492 | O navegador Cristóvão Colombo descobre os índios usando tabaco durante suas viagens ao Caribe |
| Século 16 | Américo Vespúcio faz na Europa os primeiros relatos sobre o uso da coca. Com a conquista das Américas, os espanhóis passam a taxar as plantações |
| Século 16 | Durante a expansão marítima para o Oriente, os portugueses adotam a prática de fumar ópio |
| 1550 | Jean Nicot, embaixador francês em Portugal, envia sementes de tabaco para Paris |
| Século 17 | O gim é inventado na Holanda e sua popularização na Inglaterra no século 18 cria um grave problema social de alcoolismo |
| Século 18 | O cânhamo volta a ser usado no Ocidente, como planta medicinal. Alguns médicos passam a usá-lo no tratamento da asma, tosse e doenças nervosas |
| Século 19 | Surgem os charutos e cigarros. Até então, o tabaco era fumado principalmente em cachimbos e aspirado na forma de rapé |
| 1845 | O pesquisador francês Moreau de Tours publica o primeiro estudo sobre drogas alucinógenas, descrevendo seus efeitos sobre a percepção humana |
| 1850-1855 | A coca passa a ser usada como uma forma de anestesia em operações de garganta. A cocaína é extraída da planta pela primeira vez. |
| 1852 | O botânico Richard Spruce identifica o cipó Banisteriopsis caapi como a matéria-prima de onde é extraída a ayahuasca |
| 1874 | Com a mistura de morfina e um ácido fraco semelhante ao vinagre, a heroína é inventada na Inglaterra por C.R.A. Wright |
| 1874 | A prática de fumar ópio é proibida em San Francisco (EUA). A Sociedade para a Supressão do Comércio do Ópio é fundada na Inglaterra, e só quatro anos depois as primeiras leis contra o uso de ópio são adotadas |
| 1884 | O uso anestésico da cocaína é popularizado na Europa. Dois anos depois, John Pemberton lança nos EUA uma beberagem contendo xarope de cocaína e cafeína: a Coca-Cola. A cocaína só seria retirada da fórmula em 1901 |
| 1896 | A mescalina, princípio ativo do peyote, é isolada em laboratório |
| 1898 | A empresa farmacêutica Bayer começa a produção comercial de heroína, usada contra a tosse |
| 1905 | Cheirar cocaína torna-se popular. Os primeiros casos médicos de danos nasais por uso de cocaína são relatados em 1910. Em 1942, o governo dos EUA estima em 5.000 as mortes relacionadas ao uso abusivo da droga |
| 1912 | A indústria farmacêutica alemã Merck registra o MDMA (princípio ativo do ecstasy) como redutor de apetite. A substância, porém, não chega a ser comercializada. |
| 1914 | A cocaína é banida dos EUA |
| 1930 | Num movimento que começa nos Estados Unidos, a proibição da maconha alcança praticamente todos os países do Ocidente |
| 1943 | O químico suíço Albert Hofmann ingere, por acidente, uma dose de LSD-25, substância que havia descoberto em 1938. Com isso, ele descobre os efeitos da mais potente droga alucinógena |
| 1950-1960 | Cientistas fazem as primeiras descobertas da relação do fumo com o câncer do pulmão |
| 1953 | O exército norte-americano realiza testes com ecstasy em animais. O objetivo era investigar a utilidade do agente em uma guerra química |
| 1956 | Os EUA banem todo e qualquer uso de heroína |
| 1965 | O LSD é proibido nos EUA. Seus maiores defensores, como os americanos Timothy Leary e Ken Kesey, começam a ser perseguidos |
| 1965 | Alexander Shulgin sintetiza o MDMA em seu laboratório. Ao mastigá-lo, sente "leveza de espírito" e apresenta a droga a psicoterapeutas |
| Anos 70 | O uso da cocaína torna-se popular e passa a ser glamourizado. Nos anos 80, o preço de 1 Kg de cocaína cai de US$ 55 mil (1981) para US$ 25 mil (1984), o que contribui para sua disseminação |
| 1977 | Início da "Era de Ouro" do ecstasy. Terapeutas experimentais fazem pesquisas em segredo para não chamar a atenção do governo |
| Década de 80 | Surge o crack , a cocaína na forma de pedra. A droga, acessível às camadas mais pobres da população tem um alto poder de de pendência |
| 1984 | A Holanda libera a venda e consumo da maconha em estabelecimentos específicos - os coffee shops |
| 1984 | O uso recreativo do MDMA ganha as ruas. Um ano depois, a droga é proibida nos EUA e inserida na categoria dos psicotrópicos mais perigosos |
| 2001 | Os EUA dão apoio financeiro de mais de US$ 2 bilhões ao combate ao tráfico e à produção de cocaína na Colômbia |
| 2003 | O governo canadense anuncia que vai vender maconha para doentes em estado terminal. É a primeira vez que um governo admite o plantio e comercialização da droga |
Fonte: Revista Galileu Especial nº3 - Agosto/2003
Você poderá conhecer mais sobre os tipos de drogas visitando o site:
O poder de cada droga
http://www.antidrogas.com.br/tipos.php
1. Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).
2. Na inspiração verbal da Bílbia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão (2 Tm 3.14-17).
3. Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus (Is 7.14; Rm 8.34 e At 1.9).
4. Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode restaurá-lo a Deus (Rm 3.23 e At 3.19).
5. Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus (Jo 3.3-8).
6. No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26 e Hb 7.25; 5.9).
7. No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6 e Cl 2.12).
8. Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo (Hb 9.14 e 1Pd 1.15).
9. No batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7).
10. Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade (1 Co 12.1-12).
11. Na Segunda Vinda premilenial de Cristo, em duas fases distintas. Primeira - invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação; segunda - visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1Ts 4.16. 17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5 e Jd 14).
12. Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo, para receber recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra (2Co 5.10).
13. No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis (Ap 20.11-15).
14. E na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis (Mt 25.46).


A Missão da Igreja (A Missão de Cristo e a nossa Missão)
A Missão da Igreja é uma continuação da Missão de Cristo, e o melhor exercício desta missão deve ter como ponto de partida a identificação com o ministério de Cristo Jesus.
No Evangelho de Lucas 4.16-21,quando do inicio do ministério de Jesus,ele mesmo abrindo o rolo do Profeta de Isaias 61.1,2, e lendo esta palavra; nos ensina qual a natureza / propósito do seu ministério.
Pensando como Igreja a respeito da abordagem de Jesus quando este evangelizava, e buscando um referencial para encontrar o papel da Igreja enquanto continuação na tarefa de evangelização percebemos que a abordagem de Jesus é integral e ampla (evangelizar os pobres,proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para por em liberdade os oprimidos e apregoar o ano aceitável do Senhor) e não sintética e superficial como muitas vezes temos feito(com um sorriso artificial falando das 4 leis espirituais,fazendo um apelo e dando as costas para pessoa) o ministério de Jesus é um modelo abrangente com uma proposta radical para mudar o homem em todas as suas circunstancias.
O Reino de Deus é o novo estado de coisas do todo renovado.
A Missão da Igreja como extensão do ministério de Jesus é adorar ao Senhor, anunciando as boas novas do Evangelho do Reino, sendo um sinal visível deste Reino eterno ( DN.2.44) e a esperança para o todo que foi afetado junto com a Adão (GN 3.17).
O Evangelho todo, para o homem todo é a única direção a ser seguida.
É este o expediente e o modelo que Jesus também nos apresenta no Evangelho de Marcos 6.34-44, onde ele vendo, uma grande multidão se compadeceu dela porque eram como ovelhas que não tem pastor e passou a ensinar-lhes muitas coisas e em seguida, vemos que ele alimentou a multidão, cumprindo assim um ministério integral.
Igreja também tem como missão a busca de todos os homens,onde eles estiverem, nas suas circunstancias e nas suas participações para anunciar as boas novas do Evangelho recheadas de Amor e Graça,como fez Jesus, e crer na operação dinamizadora do Espírito Santo na vida desses homens.
Na salvação, as obras não entram como moeda de transação.Conforme diz Efésios 2.8,9 ” Pela Graça,sois salvos”, porem Colossenses 1.21 diz que “Éramos estranhos pelas obras malignas” e em Tiago diz que ” A fé sem obras é morta”. É hora de agir, servindo e seguindo o modelo que Jesus deixou para sua Igreja, sendo mais que simpático, sendo empático entrando na dor e na alegria do outro e anunciando o Reino Eterno em Cristo.
Experimentando o Santo Espírito Deus que opera em nós, somos uma Igreja Viva, com pessoas cheias de vida, em ação, avançando de modo integral para alcançar todos os pecadores que o Senhor Deus coloca a nossa frente.
Amém!!!
Pr. Mauro Pellegrini
Fonte: http://www.caminhocristao.com/?p=221
A VIDA DE JESUS
Jesus Cristo é o Messias, Salvador e fundador da igreja cristã. Para os cristãos, Ele é o Senhor de suas vidas. Embora tenha vivido na terra somente 33 anos, tem exercido grande impacto nas pessoas – mesmo naqueles que não crêem que Ele é o Filho de Deus. Jesus Cristo é descrito em detalhe na Bíblia – sua vida, obra e ensinamentos – nos Evangelhos, cada um focando diferentes ângulos.
Mateus o apresenta como o esperado Rei do povo judeu.
Marcos o mostra como servo de todos.
Lucas tende a destacar seu caráter compassivo e bondoso para com os pobres.
João descreve um relacionamento amoroso com Jesus. No entanto todos concordam que Jesus é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis.
Introduções à Vida de Jesus
Data: Acontecimento: Local: Textos:
Prefacio de Lucas Jerusalém Lc 1.1-4
O Verbo de fez carne Jo 1.1-8
Genealogia de Jesus Mt 1.1-17; Lc 3.23-38
Nascimento, Infância e Adolescência de Jesus e de João Batista
Data: Acontecimento: Local: Textos:
7 a. C. Anúncio do nascimento de João Jerusalém Lc 1.5-25
7-6 a. C. Anúncio do nascimento de Jesus à Maria Nazaré Lc 1.26-38
c. 5 a.C. Maria visita Isabel Colinas Judá Lc 1.39-45
Cântico de Maria Lc 1.46-56
5-4 a.C. O nascimento de Jesus Belém Mt 1.18-25; Lc 2.1-7
Proclamação pelos anjos Prox. Belém Lc 2.8-14
Visita de adoração pelos pastores Belém Lc 2.15-20
Circuncisão de Jesus Belém Lc 2.21
4 a.C. Primeira visita ao templo / Simeão e Ana Jerusalém Lc 2.22-28
Visita dos magos em Jerusalém e Belém Mt 2.1-12
Fuga para o Egito e massacre dos inocentes Mt 2.13-18
A volta do Egito Mt 2.19-23; Lc 2.39
7-8 d.C. Infância de Jesus Nazaré Lc 2.40-51
Jesus, aos 12 anos, visita o templo Jerusalém Lc 2.41-50
Jesus adolescente e adulto Nazaré Lc 2.51-52
Início do Ministério de Jesus
Data: Acontecimento: Local: Textos:
c. 27 d. C. Jesus é batizado Rio Jordão Mt 3.13-17; Mc 1.9-11; Jo 1.29-34
Jesus é tentado Deserto Mt 4.1-11; Mc 1.12-13. Lc 4.1-13
Chama dos primeiros discípulos Além Jordão Jo 1.35-51
Primeiro milagre Caná Galiléia Jo 2.1-11
Primeira estada em Carfanaum Cafarnaum Jo 2.12
27 d.C. Primeira purificação do Templo Jerusalém Jo 2.13-22
Recebido em Jerusalém Judéia Jo 2.23-25
27 d. C. Instrui Nicodemos acerca do novo nascimento Judéia Jo 3.1-21
Ministério paralelo de João Batista Judéia Jo 3.22-30
Vai para a Galiléia Mt 4.12; Mc 1.14; Jo 4.1-4
A mulher samaritana no poço de Jacó Samaria Jo 4.5-42
Retorna à Galiléia Mc 1.15; Lc 4.15; Jo 4.43-45
O Ministério de Jesus na Galiléia (27 a 29 dC)
27 d.C. A cura do filho de um oficial do rei Caná Jo 4.46-54
Rejeitado em Nazaré Nazaré Lc 4.16-30
Muda-se para Carfanaum Cafarnaum Mt 4.13-17
Quaro se tornam pescadores de homens Mar Galiléia Mt 4.18-22; Mc 1.18-20; Lc 5.1-11
Cura de um endemoninhado num sábado Cafarnaum Mc 1.21-28; Lc 4.31-37
Cura da sogra de Pedro e outros Cafarnaum Mt 8.14-17; Mc 1.29-34; Lc 4.38-41
c. 27 d. C. Primeira pregação na Galiléia Galiléia Mt 4.23-25; Mc 1.35-39; Lc 4.42-44
O leproso purificado Galiléia Mt 8.1-4; Mc 1.40-45; Lc 5.12-16
O paralítico curado Cafarnaum Mt 9.1-8; Mc 2.1-12; Lc 5.17-26
O chamado de Mateus Cafarnaum Mt 9.9-13; Mc 2.13-17; Lc 5.27-32
Discípulos defendidos por uma parábola Cafarnaum Mt 9.14-17; Mc 2.18-22; Lc 5.33-39
28 d. C. Vai para Jerusalém, 2ª Páscoa e Cura Jerusalém Jo 5.1-47
Coleta grãos incita a controvérsia do sábado Ido Galiléia Mt 12.1-8; Mc 2.23-28; Lc 6.1-5
A Cura no sábado provoca controvérsia Galiléia Mt 12.9-14; Mc 3.1-6; Lc 6.6-11
Multidões curadas Cafarnaum Mt 12.15-21; Mc 3.7-12; Lc 6.17-19
12 discípulos escolhidos após noite orando Cafarnaum Mc 3.13-19; Lc 6.12-16
Sermão da Montanha Cafarnaum Mt 5.1-7.29; Lc 6.20-49
Cura do Servo do centurião Cafarnaum Mt 8.5-13; Lc 7.1-10
Ressuscita o filho da viúva Naim Lc 7.11-17
Jesus sana as dúvidas de João Galiléia Mt 11.2-19; Lc 7.18-35
Ais sobre os privilegiados Mt 11.20-30
Uma pecadora unge os pés de Jesus Cafarnaum Lc 7.36-50
Outra pregação na Galiléia Galiléia Lc 8.1-3
Jesus é acusado de blasfêmia Cafarnaum Mt 12.22-37; Mc 3.20-30; Lc 11.14
A resposta de Jesus aos pedidos de Sinais Cafarnaum Mt 12.38-45; Lc 11.24-26; 29-36
A família de Jesus Cafarnaum Mt 12.46-50; Mc 3.31-35; Lc 8.19-21
Parábolas famosas Mar Galiléia Mt 13.1-52; Mc 4.1-34; Lc 8.4-18
Jesus apazigua a tempestade Mar Galiléia Mt 8.23-27; Mc 4.35-41; Lc 8.22-25
Cura do endemoninhado gadareno Praia Galiléia Mt 8.28-34; Mc 5.1-20; Lc 8.26-39
Filha Jairo ressuscitada; Cura da mulher Mt 9.18-26; Mc 5.21-43; Lc 8.40-56
A visão de dois cegos e restaurada Mt 9.27-31
Um homem mudo e endemoninhado é curado Mt 9.32-34
Segunda rejeição de Cristo em Nazaré Nazaré Mt 13.53-58; Mc 6.1-6
O envio dos doze Mt 9.35-11.1;Mc 6.7-13; Lc 9.1-6
Herodes decapita João Batista Galiléia Mt 14.1-12; Mc 6.14-29; Lc 9.7-9
29 d. C. Primavera Retorno dos doze; Jesus alimenta 5000 Betsaida Mt 14.13-21; Mc 6.30-44; Lc 9.10-17
Jesus Anda por cima do mar Mar Galiléia Mt 14.22,23; Mc 6.45-52; Jo 6.15-21
O enfermo de Genesaré é curado Genesaré Mt 14.34-36; Mc 6.53-56
No auge da Popularidade; passa pela galiléia Cafarnaum Jo 6.22-71; 7.1
29 d. C. Tradição atacada Mt 15.1-20; Mc 7.1-23
A mulher cananéia é curada Fenícia Mt 15.21-28; Mc 7.24-30
Os aflitos curados Decápolis Mt 15.29-31; Mc 7.31-37
4000 são alimentados Decápolis Mt 15.32-39; Mc 8.1-9
Os fariseus aumentam o ataque Magdala Mt 16.1-4; Mc 8.10-13
Descuido do Discípulo; Cego é curado Mt 16.5-12; Mc 8.14-26
Pedro confessa Jesus é o Cristo Cesaréia Mt 16.13-20; Mc 8.27-30; Lc 9.18-21
Jesus prediz sua morte Cesaréia Mt 16.21-26; Mc 8.31-38; Lc 9.22-25
O reino é prometido Mt 16.27-28; Mc 9.1; Lc 9.26-27
A transfiguração Monte Mt 17.1-13; Mc 9.2-13; Lc 9.28-36
A Cura de um lunático Monte Mt 17.14-21; Mc 9.14-29; Lc 9.37-42
Novamente fala sobre a morte e ressurreição Galiléia Mt 17.22-23; Mc 9.30-32; Lc 9.43-45
Jesus paga tributo Cafarnaum Mt 17.24-27
Os discípulos contendam sobre que é o maior; Jesus define; paciência, lealdade, perdão Cafarnaum Mt 18.1-35; Mc 9.33-50; Lc 9.46-62
Jesus rejeita o conselho dos irmãos Galiléia Jo 7.2-9
29 d. C. A partida da Galiléia; a rejeição samaritana Mt 19.1; Lc 9.51-56; Jo 7.10
Custo do discipulado Mt 8.18-22; Mc 9.57-62
Ministério Final de Jesus na Judéia e na Peréia
Data: Acontecimento: Local: Textos:
29-30 d. C out 29 d. C. A festa dos Tabernáculos Jerusalém Jo 7.2,10-52
Perdão para a mulher adultera Jerusalém Jo 7.53– 8
29 d. C. Cristo, a luz do mundo Jerusalém Jo 8.12-20
Os fariseus não entendem a profecia Jerusalém Jo 8.21-59
Cura de um cego de nascença Jerusalém Jo 9.1-41
Parábola do Bom Pastor Jerusalém Jo 10.1-21
A Missão dos setenta discípulos Judéia Lc 10.1-24
Um doutor ouve parábola do bom samaritano Judéia Lc 10.25-37
A hospitalidade de Marta e Maria Betânia Lc 10.38-42
Outra lição sobre a oração Judéia Lc 11.1-13
Acusado de ligação com belzebu Lc 11.14-36
Jesus censura os fariseus e os escribas Lc 11.37-54
Jesus lida: hipocrisia, inveja, preocupação... Lc 12.1-59
Arrependimento ou morte Lc 13.1-5
A figueira estéril Lc 13.6-9
Cura de uma mulher paralítica no sábado Lc 13.10-17
As parábolas do grão mostarda e do fermento Peréia Lc 13.18-21
Inverno de 29 d. C. A festa da dedicação Jerusalém Jo 10.22-39
A retirada para além do Jordão Peréia Jo 10.40-42
Começa a ensinar; Volta a Jerusalém Peréia Lc 13.22-35
Como com fariseu, cura e parábolas Lc 14.1-24
Demandas do discipulado Peréia Lc 14.25-35
Parábola O. perdida, dracma. Filho Pródigo Lc 15.1-32
Parábola do mordomo infiel; Rico e Lazaro Lc 16.1-31
Lições sobre serviço, fé, influência Lc 17.1-10
A ressurreição de Lázaro Peréia Jo 11.1-44
Reação a isso; retirada de Jesus Jo 11.45-54
30 d. C. Inicia última jornada à Jerusalém Samaria Lc 17.11
Cura de dez leprosos Lc 17.12-19
Lições sobre a vinda do Reino Lc 17.20-37
Parábola: juiz iníquo, do fariseu, do publicano Lc 18.1-14
Acerca do divórcio Mt 19.1-12; Mc 10.1-12
Jesus abençoa as crianças Peréia Mt 19.13-15; Mc 10.13-16; Lc 18.15
O jovem rico Peréia Mt 19.16-30; Mc 10.17-31; Lc 18.18
A parábola dos trabalhadores na vinha Mt 20.1-16
Prediz sua morte e ressurreição Perto Jordão Mt 20.17-19; Mc 10.32-34; Lc 18.31
Ambição de Tiago e João Mc 20.20-28; Mc 10.35-45
A cura do cego Bartimeu Jericó Mc 10.46-52; Lc 18.35-43
Zaqueu, o publicano Jericó Lc 19.1-10
Parábolas das minas Jericó Lc 19.11-27
Retorna à casa de Marta e Maria Betânia Jo 11.55-12.1
Conspiração para matar Lázaro Betânia Jo 12.9-11
Semana Final de Jesus em Jerusalém
30 d. C. Domingo Entrada triunfal Betânia, Jerus., Betânia Mt 21.1-9; Mc 11.1-11; Lc 19.28-44; Jo 12.12-19
Segunda A figueira é amaldiçoada, templo purificado B./Jerusalém Mt 21.10-19; Mc 11.12-18; Lc 19.45-48
Alguns gregos desejam ver Jesus Jerusalém Jo 12.20-50
A figueira seca B. /Jerusalém Mt 21.20-22; Mc 11.19-26
O Sinédrio desafia Jesus Jerusalém Mt 21.23-22.14; Mc 11.27-12.12
A questão do tributo Jerusalém Mt 22.15-22; Mc 12.13-17; Lc 20.20-26
Os saduceus questionam a ressurreição Jerusalém Mt 22.23-33; Mc 12.18-27; Lc 20.27-40
Os fariseus questionam os mandamentos Jerusalém Mt 22.34-40; Mc 12.28-34
Cristo, o filho de Davi Jerusalém Mt 22.41-46; Mt 12.35-37; Lc 29.41-44
Último sermão de Jesus Jerusalém Mt 23.1-39; Mc 12.38-40; Lc 20.45-47
A Oferta da viúva pobre Jerusalém Mc 12.41-44; Lc 21.1-4
O Sermão profético; principio das dores M. Oliveira Mt 24,1-51; Mc 13.1-37; Lc 21.5-36
Parábolas diversas M. Oliveira Mt 25.1.46
Jesus diz quando será crucificado Mt 26.1-5; Mc 14.1-2; Lc 22.1-2
Ungido por Maria no Jantar de Simão Betânia Mt 26.6-13; Mc 14.3-9; Jo 12.2-8
Judas se torna traidor Mt 26.14-16; Mc 14.10-11; Lc 22.3-6
Quinta Preparação para a Páscoa Jerusalém Mt 26.17-19; Mc 14.12-16; Lc 22.7-13
A Páscoa é celebrada, a inveja e repreendida Jerusalém Mt 26.20; Mc 14.17; Lc 22.14-16,24-30
Jesus lava os pés aos discípulos Sala Superior Jo 13.1-20
Judas é revelado traidor Sala Superior Mt 26.21-25; Mc 14.18-21; Jo 13.21-30
Jesus adverte sobre e deserção povir Sala Superiro Mt 26.26-29; Mc 14.22-25; Lc 22.17-20
A últimas instruções de Jesus aos discípulos Jerusalém Jo 14.21-17-26
Jesus é preso no Getsêmani M. Oliveira Mt 26.30,36-46; Mc 14.26,32-42
Sexta Traição, prisão e deserção Getsêmani Mt 26.47-56; Mc 14.43-52; Jo 18.2-12
Jesus perante o Sinédrio Jerusalém Jo 18.12-14, 19-23
O julgamento por Caifás e o conselho Jerusalém Mt 26.57,59-68; Mc 14.53, 55.65
A tripla negação de Pedro Jerusalém Mt 26.58,69-75; Jo 18.15-18,25-27
A condenação pelo conselho Jerusalém Mt 27.1; Mc 15.1; Lc 22.66-71
O Suicídio de Judas Jerusalém Mt 27.3-10
Jesus perante Herodes Jerusalém Lc 23.6-12
Segunda aparição de Jesus perante Pilatos Jerusalém Mt 27.15-26;Mc 15.6-15; Jo 18.39-19.16
Escárnio pelos Soldados romanos Jerusalém Mt 27.27-30; Mc 15.16-19
Jesus é levado ao Gólgota Jerusalém Mt 27.31-34; Mc 15.20-23; Jo 19.16-17
6 acontecimentos: 3 primeira horas na cruz Calvário Mt 27.35-44; Mc 15.24-32; Jo 19.18-27
3 últimas horas na cruz Calvário Mt 27.45-50; Mc 15.33-37; Jo 19.28-30
Acontecimentos na morte de Jesus Mt 27.51-60; Mc 15.38-41; Lc 23.45,47
A sepultura de Jesus Jerusalém Mt 27.57-60; Mc 15.42-46; Jo 19.31-42
A sepultura é selada Jerusalém Mt 27.61-66; Lc 23.55-56
Sábado As mulheres observam Jerusalém Mc 15.47
Ressurreição e Ascensão
30 d. C. Madrugada do 1º dia Domigo As mulheres visitam o sepulcro Jerusalém Mt 28.1-10; Mc 16.1-8;
Pedro e João Vêem o sepulcro vazio Lc 24.12; Jo 20.1-10
Jesus aparece a Maria Madalena Jerusalém Mc 16,9-11; Jo 20.11-18
Jesus aparece a outras mulheres Mt 28.9-19
O relato dos guardas sobre a ressurreição Mt 28.11-15
Domingo Jesus aparece a 2 discípulos Mc 16.12-13; Lc 24.13.35
Jesus aparece aos 10 discípulos, sem Tomé Jerusalém Lc 24.36-43; Jo 20.19-25
1ª Semana depois Jesus aparece aos discípulos, com Tomé Jerusalém Jo 20.26-31
Durante os 40 dias até a ascensão Jesus aparece a sete discípulos na Galiléia Mar Galiléa Jo 21.1-15
A grande comissão Mt 28.16-20; Mc 16.14-18; Lc 24.44-49
A Ascensão M. Oliveiras Mc 16.19-20; Lc 24.50-53
Elias R. de Oliveira
